Pena que ela não caiba num retrato na parede – Brasília permitiu um vertiginoso casamento entre arte e arquitetura, ou entre a arte para ver e arte para ver e habitar. As obras de arte foram incorporadas à cidade e á vida de seus habitantes. (Conceição Freitas, citando o crítico de arquitetura André Corrêa Lago, que diz “a maior contribuição brasileira à arte do século vinte é Brasília” (Crônica da Cidade, Correio Braziliense, 30/05/03).
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